Servi√ßos de Tradu√ß√£o em Portugu√™s

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Falando Português

274 milh√Ķes. N√£o, infelizmente esse n√£o foi o valor do meu √ļltimo sal√°rio! 274 milh√Ķes √© o n√ļmero de pessoas que falam portugu√™s no mundo todo. Se voc√™ √© uma delas, bem-vinda! √Č um idioma famoso por sua melodia, cad√™ncia musical (√†s vezes, sua aspereza) e suas diversas varia√ß√Ķes. Assim como o ingl√™s, o portugu√™s √© uma l√≠ngua mundial falada em v√°rios continentes. Tamb√©m como o ingl√™s, as pessoas escrevem em portugu√™s‚Ķ e muito. Na verdade, √© a sexta l√≠ngua mais usada na internet.

Quem Sou Eu?

Certo, então eu sou Trystn Waller. Prazer em conhecê-los! A língua portuguesa é uma paixão minha, como tantos norte-americanos, desde que assisti Cidade de Deus. Talvez não seja a melhor apresentação, sei. Desde a adolescência até hoje (mais de uma década, admito) estudo e uso português. Por alguns desses anos mais recentes, tenho usado a língua todos os dias e vivi periodicamente no Brasil.

Tive a sorte de trabalhar em todo tipo de projetos de tradução, inclusive:

  • tradu√ß√£o de e-book (livro eletr√īnico)
  • transcri√ß√£o e tradu√ß√£o de √°udio
  • listas de palavras
  • localiza√ß√£o
  • interpreta√ß√£o ao vivo por telefone
  • & treinamento e corre√ß√£o de IA (intelig√™ncia artificial)

N√£o √© apenas um trabalho, mas um verdadeiro interesse que tenho em transformar palavras e ideias portuguesas em ingl√™s. √Č a√≠ que eu gostaria de te ajudar.

Suas Palavras, Traduzidas

Escrever em português já pode ser bastante difícil! Ainda assim, sei que muitas pessoas não querem apenas compartilhar suas histórias, suas ideias e suas descobertas em sua língua nativa. Embora existam muitos falantes de português, há muitos mais que falam inglês. Muitos de vocês aproveitaram esse fato e sabem que querem transformar suas palavras para o inglês. Quer ser lido não só pelo mundo português, mas por todo o mundo. Bem, pelo menos mais do mundo. Mas por onde começa essa jornada? Como você consegue ficar traduzido em inglês?

Como algu√©m que consome e usa o portugu√™s diariamente, me sinto muito √† vontade para ler e compreender ele. Os sotaques mais familiares para mim s√£o os do Brasil, e esses s√£o os sotaques que consigo traduzir mais confortavelmente. Embora, por escrito, tamb√©m entendo as variedades europeias e africanas do portugu√™s, desde que n√£o haja muitas g√≠rias regionais ou refer√™ncias que s√≥ se apliquem a essas regi√Ķes. Mas vamos ver, n√©? Hoje em dia tem tantas maneiras de aprender express√Ķes e g√≠rias online.

Serviços

Como regra, procuro traduzir apenas do português para o inglês, porque por mais que aprenda, provavelmente nunca vou conseguir me expressar tão fluentemente quanto na minha primeira língua, o inglês. Os tipos de serviços que presto para tradução são tão diversos quanto o próprio idioma. Você tem um roteiro para um vídeo ou um manuscrito para um escrito biográfico? Que tal uma lista de palavras, um e-mail a ser enviado ou um arquivo de áudio? Pode ser que escreve artigos na internet, ou quer fazer uma carta para alguém no outro lado do mundo.

Seja o que for sua necessidade, eu adoraria ajudar. O objetivo n√£o √© apenas converter suas palavras para o ingl√™s; √© para ajud√°-lo a expressar informa√ß√Ķes e ideias para um p√ļblico de l√≠ngua inglesa. Com experi√™ncia em edi√ß√£o e revis√£o, tamb√©m posso garantir que a tradu√ß√£o pare√ßa natural e correta para falantes nativos de ingl√™s.

Como nota, n√£o sou qualificado nem tenho suficiente conhecimento para tradu√ß√Ķes jur√≠dicas ou m√©dicas. Para textos especializados com muitas terminologias t√©cnicas, sugiro procurar um tradutor especializado nas apropriadas √°reas jur√≠dicas, m√©dicas e outras.

Saiba mais sobre meus serviços de edição aqui.

Preços

O pre√ßo das tradu√ß√Ķes depende do tipo de projeto. Normalmente para projetos mais longos, cobro por palavra. Dependendo do projeto, alguns podem ser mais adequados para um pre√ßo por-hora ou pre√ßo de projeto finalizado. Para documentos ou tarefas muito pequenos, cobro um m√≠nimo de $ 10 (d√≥lares americanos). Os pagamentos podem ser feitos atrav√©s do PayPal, Venmo, CashApp ou Zelle. Podemos falar de op√ß√Ķes de pagamento alternativas se n√£o estiverem dispon√≠veis em seu pa√≠s, sem problemas ūüôā

Sinta-se à vontade para entrar em contato comigo e podemos decidir se meus serviços são certos para você e suas necessidades. Vamos marcar uma chamada!

Me conta, o que você quer traduzir?

e-mail: tietewaller@gmail.com

Whatsapp: +1(310)957-7463

Confira minha p√°gina do Upwork!


Crédito de imagem: Avel Chuklanov

Os americanos n√£o s√£o racistas? Segregados? E xen√≥fobos? – Preconceito nos EUA

Bem, quais? No nível interno ou no nível político? Depende de quem você está perguntando, mas aqui estão algumas coisas para manter em mente:

Vidas negras importam. Este movimento social recentemente acendeu toda uma onda de emo√ß√Ķes de apoiadores e oponentes de seus ideais.

  • ‚ÄúTodas as vidas importam, n√£o √© o correto?‚ÄĚ

‚Äďum pode perguntar. E numa ideologia filos√≥fica baseada em princ√≠pios, sim, todas elas importam. Mas olhando para v√°rios par√Ęmetros que comparam americanos negros a outras “ra√ßas/etnias”, √© f√°cil detectar uma disparidade, especialmente entre brancos e negros.

Aqui est√£o apenas alguns gr√°ficos que achei particularmente alarmantes:

Tiroteios policiais fatais por milh√£o, por etnia

Fatal police shootings per million by race
Shayanne Gal/Business Insider

Consumo de maconha vs. deten√ß√Ķes por porte, por etnia

marijuana usage vs possession arrests by race
Shayanne Gal/Business Insider

Riqueza doméstica de norte-americanos negros e brancos

household wealth of black and white americans
Madison Hoff/Business Insider

Nesses três gráficos, você pode começar a ter uma ideia de como a sociedade trata de forma desproporcional um grupo de pessoas sobre o outro. Bem, existem algumas coisas importantes para ser observadas aqui:

  1. Cerca de metade das mortes causadas pela violência policial são sofridas por brancos. No entanto, mais negros são mortos em proporção a qualquer outro grupo racial, o que é alarmante, pois constituem uma parte muito menor da população
  2. Embora o uso de maconha esteja se tornando mais legalizado em todo o pa√≠s nas √ļltimas d√©cadas, e aproximadamente a mesma quantidade de brancos e negros admitam us√°-la, uma porcentagem muito maior de negros s√£o presos por porte de maconha
  3. As famílias brancas em geral têm maior probabilidade de ter alta renda, enquanto as famílias negras em geral têm maior probabilidade de serem pobres

Isso √© apenas o que os n√ļmeros nos mostram; fa√ßa com eles o que quiser.

Há muitos brancos mortos pela polícia ou presos, e muitos negros são ricos. Mas, no fundo, o sistema dos EUA atrasa o progresso de certos grupos.

E n√£o √© apenas um fen√īmeno atual. Muitas oportunidades existem para todos os povos hoje, que √© √≥timo, embora, historicamente, essas minorias n√£o tiveram uma chance. A escravid√£o institucional era uma parte disso. As teorias de que algumas ra√ßas serem melhores do que outras era outra parte ainda relacionada. Por qual outro motivo um grupo de pessoas viria para um continente pensando que estava ‚Äúdestinado‚ÄĚ a ensinar e conquistar os outros?

Também quero deixar claro que este problema não é exclusivamente europeu. Escravidão, colonização e segregação existiram em todos os continentes povoados durante a maior parte da história humana. Os humanos são legais assim.

A Am√©rica tem uma hist√≥ria suja com xenofobia, que √© temer ou desprezar pessoas de na√ß√Ķes, culturas, e religi√Ķes estrangeiras. Nos primeiros dias, est√°vamos preocupados com os alem√£es e escandinavos tomando nossos empregos e terras. Mais tarde, foram os irlandeses, depois europeus orientais, italianos e asi√°ticos. Mais recentemente, foram latino-americanos e mu√ßulmanos, mas essa hist√≥ria √© antiga. Todos esses grupos sofreram viol√™ncia e retalia√ß√£o ao migrar para a Am√©rica, com a √ļnica diferen√ßa de que aqueles grupos vistos com uma cor de pele ‚Äúmenor‚ÄĚ, ‚Äč‚Äčreligi√£o ‚Äúmenor‚ÄĚ ou de pa√≠ses ‚Äúmais carentes‚ÄĚ sofreram bem mais. Essa discrimina√ß√£o persiste de maneira especialmente forte em comunidades que est√£o segregadas h√° gera√ß√Ķes.

Os EUA são um país incrivelmente complexo. A percepção de ser uma nação de imigrantes influenciou muitos a chegar e continuar com seus antigos costumes, afastando eles da cultura americana em geral. O medo de imigrantes e a hostilidade frequente em relação a eles deixou muitos se sentindo mal recebidos a ponto de irem voluntariamente para outros países ou voltando para sua casa. Quem quer alguem gritando,

Volte para onde você veio!

ou recebendo olhares de desprezo o tempo todo apenas por causa de sua aparência ou crenças religiosas? Tenho certeza de que me sentiria péssimo comigo mesmo se eu fosse receber preconceito por coisas que nem posso controlar. O governo definitivamente cria políticas que estimulam esse medo dos estrangeiros. Lembre:

  • Nipo-americanos colocados em campos de internamento
  • Imigrantes irlandeses anunciados como invasores subumanos
  • Mexicanos e centro-americanos sendo deportados em massa
  • proibi√ß√£o de viagens imposta a pa√≠ses de maioria mu√ßulmana

Esse √ļltimo foi bem recente, hein?

Para colocar um pouco de sol nessa hist√≥ria, os americanos, em geral, parecem ser pessoas realmente bem-intencionadas. N√£o gostamos de ver os outros sofrendo e queremos ser uma sociedade pac√≠fica e feliz que trabalhe em conjunto aos outros. Muitos est√£o realmente curiosas ‚Äč‚Äčsobre outras culturas, l√≠nguas e religi√Ķes. Temos uma m√° reputa√ß√£o, mas muitos de n√≥s estamos tentando quebrar esses estere√≥tipos de mente fechada e de preconceituosos que tacamos em n√≥s mesmos.

De qualquer forma, d√™ uma olhada nas p√°ginas abaixo para ver mais gr√°ficos sobre a percep√ß√£o das quest√Ķes raciais nos EUA e me diga o que voc√™ acha! H√° de tudo, desde compara√ß√Ķes de renda a opini√Ķes sobre como a ra√ßa de uma pessoa afeta a mobilidade de classe social. Tem at√© um grafiquinho interessante que mostra como os americanos veem a tal palavra com ‚ÄúN‚ÄĚ. H√° um total de 7% de brancos que pensam que est√° tudo bem “√Äs vezes” ou “Sempre” para gente branca dizer a palavra “N”, o que √© simplesmente doido. √Č uma porcentagem muito pequena, mas estou tentando imaginar quem s√£o essas pessoas. Eles s√£o realmente racistas ou s√£o apenas uns caras brancos loucos que andam muito com negros e se safam? Provavelmente ambos, mas essa palavra merece um artigo inteiro para si mesma.

Portanto, a resposta à pergunta original é: Sim, somos um pouco racistas, segregacionistas e xenófobos, mas é um mau hábito de longa data. Fomos treinados dessa forma. Fomos ensinados dessa forma. Nossa nação começou assim. Mas não se esqueça, não é apenas um problema americano. E, estamos tentando! Muitos estão lutando para consertar isso. Pensar naqueles cidadãos que tem uma mente positiva me ajuda a dormir melhor à noite.

Se você consegue ler em inglês e quer aprender mais, aqui estão recursos:

Gráficos que mostram como as diferenças raciais aparecem na sociedade: https://www.businessinsider.com/us-systemic-racism-in-charts-graphs-data-2020-6

Para a história da xenofobia nos EUA: https://now.tufts.edu/articles/long-history-xenophobia-america

Para a percep√ß√£o dos americanos sobre quest√Ķes raciais: https://www.pewsocialtrends.org/2019/04/09/race-in-america-2019/

Os americanos n√£o s√£o ricos ou t√™m uma maneira f√°cil de ganhar dinheiro? – Riqueza e pobreza nos EUA

Ricos? Claro que n√£o! Mas vamos por que …

Um equ√≠voco normal do estrangeiro comum que v√™ um americano de f√©rias √©: ‚ÄúBem, ele/ela deve ter dinheiro. Vamos cobrar um pouquinho mais deles. ‚ÄĚ E tem uma boa raz√£o para pensar assim. Basta olhar pro valor do d√≥lar em compara√ß√£o com qualquer tipo de peso, real, iene, rupia ou rublo. Os valores s√£o extremamente desproporcionais. Ent√£o, os norte-americanos em f√©rias podem pagar um pouco mais. N√£o tenha dor!

A questão é que você precisa observar quantos americanos viajam para o exterior. O fato é que apenas 11% de nós viajamos pro exterior no ano passado, sem contar o México ou o Canadá, que era ainda menos do que no ano anterior. Eu nem quero imaginar como eram os poucos que viajaram este ano (2020, Covid-19, etc.).

O limite de pobreza nos EUA √© de US $ 25.700 por ano para uma fam√≠lia de quatro pessoas, o que representa cerca de 38 milh√Ķes de americanos.

Aqueles com maior probabilidade de serem pobres s√£o:

  • fam√≠lias com pais solteiros em vez de casais
  • mulheres, em geral, ao inv√©s de homens
  • crian√ßas em vez de idosos

E h√° quase 4 milh√Ķes de deficientes vivendo na pobreza.

Indígenas e negros também têm maior probabilidade de serem pobres, enquanto brancos e asiáticos são igualmente os menos prováveis. Mas essa é uma tendência comum em quase todos os lugares.

Ent√£o, aquilo √© s√≥ falando sobre “pobres normais”. E aqueles que vivem numa pobreza profunda e intensa? Bem, contando os americanos que ganham menos da metade do que √© considerado o limite da pobreza, ainda tem mais de 17 milh√Ķes que vivem nesta zona chamada de ‚Äúpobreza extrema‚ÄĚ. Isso significa que passam fome, que n√£o t√™m onde morar, ou vivem em condi√ß√Ķes terr√≠veis, se n√£o na rua. Isso sem mencionar os mais de 93 milh√Ķes que est√£o quase na pobreza; isso significa que se uma pequena corda for cortada, eles qualificam. Para acrescentar a tudo isso, tem ainda mais americanos que enfrentam acesso inst√°vel a alimentos suficientes do que aqueles que enfrentam a pobreza. Surpreendente, n√£o √©?

T√° bom, n√£o se sinta t√£o mal; a grande maioria dos americanos trabalha e pode ter uma vida s√≥lida, at√© mesmo viver bem. Devido √† infraestrutura e ao sistema de previd√™ncia relativamente desenvolvidos, a maioria das pessoas pobres nos Estados Unidos n√£o precisa viver nas ruas ou em favelas como em tantos outros pa√≠ses. As taxas de pobreza calculadas pela OCDE (Organiza√ß√£o para Coopera√ß√£o e Desenvolvimento Econ√īmico) mostram que os EUA t√™m taxas de pobreza mais altas do que pa√≠ses como Chile, M√©xico, Turquia e R√ļssia, e caem quase no fundo de todas as m√©tricas de renda em compara√ß√£o com outras na√ß√Ķes ‚Äúdesenvolvidas‚ÄĚ.

Para explicar melhor, isso n√£o quer dizer que as pessoas pobres nos EUA est√£o em situa√ß√Ķes piores do que os pobres no M√©xico, por exemplo; significa apenas que h√° mais pessoas na pobreza em propor√ß√£o √† popula√ß√£o geral. Afinal, a Am√©rica tem 2,5 vezes mais habitantes do que o M√©xico. Vale lembrar que a forma como cada pa√≠s define a pobreza √© ligeiramente distinta, ent√£o pode muito bem haver mais chilenos vivendo em extrema pobreza do que americanos, embora haja mais americanos vivendo na pobreza em geral.

Dizendo tudo isso, os norte-americanos, em geral, est√£o em melhor situa√ß√£o do que em muitos pa√≠ses, e nossa na√ß√£o tem muitos programas que tornam a vida um pouco mais f√°cil do que seria em uma na√ß√£o ‚Äúem-desenvolvimento‚ÄĚ. Ainda assim, apesar das altas taxas de emprego, a pobreza e a fome ainda s√£o problemas comuns em todo o pa√≠s, tanto nas maiores cidades (veja os sem-teto em Los Angeles) quanto nas √°reas rurais (veja algumas das cidades n√£o incorporadas da Calif√≥rnia). A Calif√≥rnia √© um outro caso total, mas deu para entender.

A pobreza é um problema global que certamente afeta alguns lugares mais do que outros. Os EUA em toda a sua glória capitalista são, sim, ainda uns desses lugares. Se você consegue ler inglês, verifique os recursos para saber mais!

Recursos:

Americanos que viajam pro exterior: https://www.statista.com/statistics/214774/number-of-outbound-tourists-from-the-us/#:~:text=In 2019%2C there were approximately,of 41.77 million overseas travelers.&text=Excluding visitors to Canada and,in 2018 at 41.77 million.

Dados demogr√°ficos da pobreza e da fome nos EUA: https://www.povertyusa.org/facts

Taxas de pobreza nas na√ß√Ķes da OCDE: https://www.statista.com/statistics/233910/poverty-rates-in-oecd-countries/

Uma análise mais aprofundada das estatísticas de pobreza nos EUA: https://www.epi.org/publication/ib339-us-poverty-higher-safety-net-weaker/

Locais de baixa renda nos EUA: https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_lowest-income_places_in_the_United_States

Os americanos falam apenas ingl√™s? – L√≠nguas nos EUA

A resposta curta √© …

Bem, o ingl√™s √© a principal l√≠ngua de neg√≥cios, opera√ß√Ķes governamentais e a vida di√°ria para a maioria dos americanos. No entanto, existem alguns pontos interessantes e talvez confusos a serem feitos sobre isso. Por exemplo, os EUA s√£o um dos poucos pa√≠ses sem um idioma oficial. O ingl√™s passa a ser a principal l√≠ngua em uso por causa da longa hist√≥ria de imigra√ß√£o brit√Ęnica no in√≠cio e, posteriormente, a consistente assimila√ß√£o de outros imigrantes na cultura brit√Ęnica tornada em americana.

Apesar disso, trinta dos cinquenta estados têm um idioma oficial (inglês), enquanto os demais, assim como na esfera federal, não têm nenhum.

Washington, Rhode Island e Oregon:

  • Pol√≠tica ‚ÄúEnglish Plus‚ÄĚ, o que significa que h√° uma inclus√£o mais ampla de idiomas dispon√≠veis para uso p√ļblico e governamental, embora o ingl√™s ainda seja o idioma predominante nesses estados.

O francês tem um status especial na Louisiana, assim como o espanhol no Novo México, mas não são línguas oficiais do estado. Cherokee também tem status oficial nas terras Cherokee dentro de Oklahoma. Outros estados com línguas nativas (pré-coloniais) em status oficial são:

  • Dakota do Sul (Sioux)
  • Hava√≠ (havaiano)
  • Alasca, que tem mais de vinte l√≠nguas oficiais al√©m do ingl√™s que n√£o ouso tentar pronunciar.

Muitos estados, como Calif√≥rnia, Arizona e Texas, t√™m pol√≠ticas que facilitam procedimentos p√ļblicos e informa√ß√Ķes em outros idiomas, como espanhol, tagalo, coreano e assim por diante. E n√£o se esque√ßa de que a cidade com maior diversidade lingu√≠stica do mundo est√° localizada nos Estados Unidos. Nova York pode ter cerca de 800 l√≠nguas faladas na cidade, sendo o Queens a zona mais diversa.

Dito isso, √© comum pensar em outras l√≠nguas como sendo muito populares entre as comunidades de imigrantes. Poucos sabem que o pa√≠s com a segunda maior popula√ß√£o de falantes de espanhol no mundo s√£o os Estados Unidos da Am√©rica, perdendo apenas pro M√©xico. S√£o 53 milh√Ķes de falantes de espanhol, ou mais de 16% de todos os norte-americanos.

Quase metade da população das cinco maiores cidades da América não fala inglês em casa.

Em algumas áreas, como Hialeah, Flórida, Leste de Los Angeles, Califórnia e Laredo, Texas, é mais de 90% da população. Em uma cidade grande como Los Angeles sozinha, quase 60% das pessoas falam um idioma diferente do inglês. Essa tendência não se limita apenas a lugares próximos à fronteira. Outros locais em todo o país, como Connecticut e New Jersey (nordeste), Illinois e Michigan (meio-oeste), e Colorado e Nevada (oeste), têm cidades ou condados onde mais de um terço das pessoas falam um idioma diferente do inglês.

Idiomas com mais de um milh√£o de falantes:

  • Espanhol, chin√™s, tagalo, vietnamita, √°rabe, franc√™s e coreano

Isso n√£o inclui falantes de um segundo idioma. O crioulo haitiano e v√°rias l√≠nguas do subcontinente indiano tamb√©m est√£o em ascens√£o. Embora o ingl√™s seja de longe o idioma principal nos EUA, existem muitos idiomas falados em todo o pa√≠s. Ent√£o, n√£o se surpreenda se voc√™ encontrar alguns americanos que respondem ao seu “Como vai voc√™?” em Gujarati.

E não se esqueça de ler mais no CultSurf! Se você consegue ler em inglês e quer aprender mais, aqui estão algumas Referências:

Os EUA não têm idioma oficial: https://edition.cnn.com/2018/05/20/us/english-us-official-language-trnd/index.html

Gr√°fico mostrando os idiomas oficiais dos estados: https://en.wikipedia.org/wiki/Template:Official_languages_of_U.S._states_and_territories

Idiomas dos EUA: https://en.wikipedia.org/wiki/Languages_of_the_United_States

Idiomas falados no Alasca: https://statesymbolsusa.org/symbol/alaska/state-language-or-poetry/english#:~:text=Official%20State%20Languages%20of%20Alaska&text=These%20languages%20are%3A, Tlingit% 2C% 20Haida% 2C% 20e% 20Tsimshian.

Idiomas falados na cidade de Nova York: https://www.worldatlas.com/articles/how-many-languages-are-spoken-in-nyc.html

Falantes de espanhol nos EUA: https: //telelanguage.com/spanish-speakers-united-states-infographic/

Diversidade linguística nas cidades dos EUA: https://www.lingualinkdc.net/blog/language-diversity-in-the-top-20-cities-in-the-us

Comunidades dos EUA onde o inglês não é a maioria: https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_U.S._communities_where_English_is_not_the_majority_language_spoken_at_home

Os americanos n√£o s√£o brancos? Quer dizer, a grande maioria? – Etnia nos EUA

Bom, essa é uma pergunta que não tem uma resposta tão simples quanto pode parecer. Por um lado, considera as cidades principais:

Los Angeles

  • quase 1,9 milh√£o de latinos / hisp√Ęnicos, superando os brancos n√£o-hisp√Ęnicos l√°

Chicago

  • tem mais de 840 mil negros, apenas uma pitada a menos em compara√ß√£o com a popula√ß√£o branca

Nova York

  • tem mais de 2 milh√Ķes de hisp√Ęnicos e negros cada, embora os asi√°ticos n√£o fiquem muito atr√°s

Atlanta

  • com quase 70 mil negros a mais que brancos na cidade

Nova Orleans

  • com mais de 100 mil negros a mais do que brancos

Houston

  • mais de 400 mil hisp√Ęnicos a mais do que brancos

* Desculpe todas as cores. S√≥ queria que voc√™ visse como nossas cidades s√£o coloridas. ūüėČ *

Outras cidades importantes com maioria de minorias: Washington, DC, Saint Louis (MO), San Jose (CA), San Antonio (TX), Filadélfia (PA), Milwaukee (WI), Miami (FL), Memphis (TN) , Long Beach (CA), Honolulu (HI), Fresno (CA), El Paso (TX), Detroit (MI), Dallas (TX), Cleveland (OH), Baltimore (MD), Albuquerque (NM)

Apenas olhando as estatísticas de cidades individuais, dá para enxergar claramente como as áreas urbanas da América são diversas.

Apesar disso, posso dizer por experi√™ncia pr√≥pria que, ao deixar essas cidades, voc√™ encontrar√° muito mais brancos do que qualquer outra coisa, o que atribui a 60% dos norte-americanos que afirmam ser brancos, mas n√£o hisp√Ęnicos, quase 200 milh√Ķes dos 330 milh√Ķes de norte-americanos. Agora, o pr√≥ximo maior grupo demogr√°fico seriam os hisp√Ęnicos, mas essa tamb√©m √© uma classe confusa. Os ‚Äúhisp√Ęnicos‚ÄĚ podem ser brancos ou negros, embora geralmente s√£o mistos ou mestizos (mistos de brancos e ind√≠genas), e a √ļnica coisa que os qualifica √© serem origin√°rios de algum pa√≠s da vasta extens√£o da Am√©rica Latina. A Am√©rica Latina nem mesmo tem uma defini√ß√£o s√≥lida, o que mostra o qu√£o confi√°vel √© esse qualificador.

Outra coisa que complica essa resposta é a crescente população de pessoas não brancas ou pardas. Como há tantos não-brancos nas grandes cidades, suas culturas costumam ser as que fazem os maiores sucessos no rádio, na TV e no mainstream. Isso, misturado com um ressentimento geral entre as minorias sobre o passado (e, vamos ser sinceros, atualidade) racista do país, gera uma cultura que é fortemente influenciada pelos ideais e prioridades de norte-americanos não-brancos, embora ainda tenhamos um longo caminho a percorrer antes que esses se dão um pulo para frente por completo.

Seria bom se os norte-americanos pudessem viver como um verdadeiro caldeirão onde todos se misturassem e se fundissem. Quanto à sua pergunta, apenas não se surpreenda em sua próxima viagem para Mardi Gras.

Se você consegue ler em inglês e quer aprender mais, aqui estão alguns recursos:

Cidades dos EUA por maioria racial: https://www.bizjournals.com/buffalo/blog/morning_roundup/2015/09/minority-groups-account-for-55-of-buffalo-s.html

Dados demogr√°ficos de Albuquerque e outras cidades dos EUA: https://worldpopulationreview.com/us-cities/albuquerque-nm-population

Demografia dos Estados Unidos: https://worldpopulationreview.com/countries/united-states-population

Quem √© hisp√Ęnico nos EUA: https://www.pewresearch.org/fact-tank/2020/09/15/who-is-hispanic/

Diversidade crescente nos EUA: https://www.brookings.edu/research/new-census-data-shows-the-nation-is-diversifying-even-faster-than-predicted/